26 de agosto de 2008
… depois que as portas forem fechadas
Depois que as portas forem fechadas
virarei um fantasma
Para sonhar com a liberdade
vivenciada
Para viver a memorável
utopia
E para passear entre os ente
vivos
Depois que as folhas atapetarem o chão
virarei um nó de vento
Para carregá-las comigo
um pouco
Para desfrutar de sua seca
companhia
E para enterrá-las num
lugar seguro
Depois que os anjos voltarem à Terra
partirei da água ao vapor
Para subir ao céu
eterno
Para morar com os espíritos
perdidos
E para voar sempre…
sem destino e direção.
criado por Emir Ross
15:15 — Arquivado em: 

Comentário por Anaê — 2 de setembro de 2008 @ 16:41
Leio muito, apesar de comentar nunca, por isso quis comentar hoje para registrar que não comento (não comentarei mais), mas leio.
Ah, não escrevo nada que possa ser lido.
Comentário por ana mariano — 2 de setembro de 2008 @ 18:55
Oi Emir, vim te retribuir a visita,um beijo, ana
Comentário por Fã do banheiro — 3 de setembro de 2008 @ 14:27
QueridÃssimo! Ao contrário do que vc supôs…há alguns posts, continuo sendo uma leitora assÃdua. Não transpirei de rancor..nem senti raiva de mim mesma por ter confessado meu gosto pessoal em nada esdrúxulo.
Portanto..querendo ou não…gostando ou não..vc ainda tem uma fã..hehehe
Beijos da fã do banheiro
Comentário por marta maronez cigaran chaves — 19 de julho de 2009 @ 21:51
tb arrebentas na poesia….bjs
Comentário por marta maronez cigaran chaves — 19 de julho de 2009 @ 21:53
tb arrebentas na poesia…bjs